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Os 5 melhores jogos da 7ª geração

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Pois é, amiguinhos. Mais uma geração já se passou e já estamos na 8ª geração com vários jogos promissores para 2015. Mais do que normal para alguns, um jogo ou outro marcou alguém, e claro, não seria diferente comigo. Então aqui segue os 5 melhores jogos da 7ª geração.

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Número #5: Braid

Braid traz uma harmonia artística, de gameplay e musical de forma espetacular.

Braid é um jogo puramente de puzzle com um toque de platform na qual tudo o que estiver no cenário ou em mãos poderá servir para que uma peça de quebra cabeça seja pega, fazendo completar os quadros e formando um caminho para o final do jogo. Para se ter uma noção, até uma simples peça que você tem poderá ser colocada no cenário para completar uma ponte, por exemplo.

O cenário também é de babar. Utiliza toques de aquarela e ao mesmo tempo suas músicas são suaves e bonitas, fazendo uma harmonia perfeita, mas claro, nem sempre é assim, vai depender da tensão do jogo também.

Observação interessante: em uma das músicas do jogo, um trecho da música é de uma música existente chamada Son do Ar, do grupo Luar Na Lubre.

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Número #4: FEZ

FEZ trouxe uma experiência muito interessante e digo até, inovadora, no mercado.

Imagine um jogo 2D simples de Mega Drive. Agora imagine esse mesmo jogo mudando de perspectiva e você podendo alcançar uma outra profundidade na tela. Isso é exatamente o que FEZ faz. Com apenas um botão, você muda a perspectiva do cenário para poder explorar uma outra profundidade do cenário, ou seja, teoricamente faz ele ser um jogo 3D, mas a visão e a perspectiva do jogador fazem com que o jogador se sinta em um mundo 2D.

Tirando esse grande mérito, o jogo conta com puzzles interessantíssimos e faz com que a vida útil se prolongue ao tentar fazer o final “bom”, na qual será necessário coletar todos os cubos e anti cubos.

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Número #3: Journey

Journey foi para mim uma experiência única e magnífica, trazendo duas sensações totalmente divergentes em um único jogo.

A primeira sensação comigo aconteceu de forma solitária, na qual foi visível a utilização de luzes e arte para que o jogo fosse tão belo como ele é, trazendo uma experiência visual sem igual. Nessa experiência, a imersão converge entre o jogador e o jogo em si, sem algum outro personagem, trazendo uma possibilidade de explorar e visualizar de forma ampla toda a beleza que o jogo transmite.

A segunda sensação aconteceu quando achei um companheiro, na qual entrei em contato como se fosse realmente um parceiro de jornada. Nessa experiência, a imersão fica com foco na amizade criada por um desconhecido para outro desconhecido, pois você não sabe quem está realmente jogando. E no final, a solidão vem de uma forma brusca ou quando o jogador se desconecta. É possível notar um vazio, como se realmente tivesse perdido um parceiro.

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Número #2: Super Mario Galaxy 2

Para quem conhece a Nintendo, sabe que é uma das únicas empresas que conserva a identidade de uma série muito bem e sabe evoluir na dose certa. Com Super Mario Galaxy (o primeiro) não foi diferente.

Super Mario Galaxy consegue estabelecer a perfeita conexão entre a evolução correta de Mario, utilizando Super Mario 64 como base de gameplay, utilizado o potencial do console quase ao máximo, seja graficamente ou pelo gameplay com Wiimote e estabelece um polimento invejável, longe de bugs e com sistema de galáxias totalmente funcional e limpo.

O jogo conta também com um vasto mundo para se explorar e a evolução de dificuldade é bem estruturada, mas se já não bastasse, Super Mario Galaxy 2 foi lançado. Além de conter o melhor de Super Mario Galaxy, ele incorporou alguns novos elementos e fases para expandir mais ainda esse mundo maravilhoso, portanto, fica em 2º lugar no meu top 5.

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Número #1: Metal Gear Solid 4: Guns Of Patriots

Para quem jogou os jogos principais da saga Solid, sabe ou deve saber o motivo dele estar aqui em primeiro lugar. Ele serviu para fechar com chave de ouro e através de uma finalização realmente de platina todo o circuito Solid em questão temporal. Sem contar que a genialidade por trás da empatia que Kojima usa e usou durante sua trajetória de maneira extremamente adequada.

A situação agravante durante um sistema de comércio por guerra veio bem a calhar para cumprir o circuito dentro de seu enredo e finalizar com mensagens realistas. *Um certo personagem* deixa bem claro, após a finalização da guerra, que o importante não é mudar o mundo. Um ótimo ponto de vista que parte de uma ideologia que sempre falha historicamente, mas sim o que nós deixamos para o mundo. Esse segundo sendo um ponto real e lógico, que funciona como um sistema de troca natural através de nossos méritos e conquistas.

E aí, vocês aprovam esse TOP 5?


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Sobre o Autor

Lucas Hinz

Compositor independente, fascinado por jogos e estuda por lazer, trabalha com fluxos formalmente e pretende se tornar diretor fonográfico.