Nessa semana tivemos a chance de testar pela primeira vez o mais novo jogo baseado no universo de The Witcher, Thronebreaker: The Witcher Tales. Isso é o que nós achamos sobre a nossa experiencia de mais o menos 1 hora com o jogo (vale lembrar que não jogamos a versão final e que o jogo precisa ainda ser polido)

Thronebreaker: The Witcher Tales é uma experiencia totalmente diferente de qualquer coisa que nós tivemos ao longo do tempo com a saga principal da CD Projeckt Red. Sendo um jogo com mecânicas totalmente diferente do que estamos acostumados em The Witcher, , Thronebreaker chegou para mostrar que jogos point and click também podem dar muito certo.

Como dito acima o jogo é basicamente um point and click onde, clicamos onde a nossa personagem (Mave) vai e ela segue, além disso os combates não são como de um RPG convencional, nesse jogo temos o combate no tabuleiro de GWNET (sim, aquele jogo de The Witcher 3 que ficou tão famoso que ganhou um jogo próprio). Além disso no jogo podemos recrutar pessoas para o nosso exército, pegar no mapa matérias primas para fazer melhorias em nossos baralhos e acampamentos. A coisa que mais me surpreendeu positivamente no tempo que jogamos é como reinventaram as batalhas no jogo. Éramos acostumados a jogar de um jeito e agora o tabuleiro foi TOTALMENTE remodelado aderindo ao 3D e outros tipos de mudanças (que no futuro iremos comentar mais).

Como se trata de um jogo ainda em produção é claro que os gráficos não seriam bem feitos. Mas não no caso de Thronebreaker, mesmo o jogo ainda em produção ele consegue ser muito mais bonito e detalhado do que muito triple A dos dias de hoje. No jogo temos ao invés de gráficos realistas como na série principal, temos gráficos cartoonizados, mas isso não quer dizer que são feios ou algo do tipo. Pelo contrário, eu achei que o estilo dos gráficos caiu super bem com o estilo e proposta do jogo. Outra coisa que é extremamente detalhada é o mapa que está com um tamanho enorme para o tipo de jogo. Claro, não podemos explorar ele por completo no começo, a cada Ato que vamos passamos (ao todo serão 5) vamos conhecendo alguma das diversas áreas do jogo.

O que mais me surpreendeu no final foi como um projeto que era para ser uma expansão do Gwent se transformou em um jogo solo que conta atualmente com mais de 30 horas de gameplay contando com mais de 75 missões secundárias e entre outras coisas.

Nós jogamos e jogo e trouxemos com EXCLUSIVIDADE um gameplay de 30 minutos do início do jogo.

Confira:

Também tivemos a oportunidade de entrevistar o Mikołaj Szwed que é Produtor Sênior de Localização da CD PROJEKT RED (ative as legendas para ver a entrevista legendada)

Confira:

 

Thronebreaker: The Witcher Tales chega ao PC via GOG em 23 de outubro e para PS4 e Xbox One o jogo chega 4 de dezembro